Todos os tratamentos
Tratamento especializado

Pé Diabético

Complicação do diabetes que pode causar feridas de difícil cicatrização nos pés. Tratamento precoce e preventivo é essencial para evitar amputações.

Duração média
Variável conforme estadiamento
Local de atendimento
Clínica ou domicílio
Agendar avaliacao gratuita
Conteúdo revisado por Enf. Fernanda Ramos, Diretora Clínica da Curare · COREN 608.138 · atualizado em jun. 2026
O que é

O pé diabético é uma das complicações mais sérias do diabetes mal controlado. A combinação de neuropatia (perda de sensibilidade) e má circulação sanguínea faz com que pequenos ferimentos, calos ou bolhas evoluam para feridas profundas sem que o paciente sinta dor.

Sem tratamento precoce, essas feridas podem infeccionar e, em casos graves, levar à amputação. Por isso, o acompanhamento regular e o cuidado especializado desde os primeiros sinais são fundamentais.

Na Curare, o protocolo combina avaliação vascular e neurológica, curativos específicos por estágio da ferida e orientação contínua para reduzir a pressão sobre a área afetada, prevenindo novas lesões.

Sinais e sintomas

  • Feridas ou bolhas no pé que não doem
  • Pele ressecada, rachaduras ou calosidades nos pés
  • Formigamento, dormência ou perda de sensibilidade
  • Mudança na cor ou temperatura do pé
  • Secreção, odor ou vermelhidão ao redor de uma ferida

Principais causas

  • Diabetes mal controlado por longo período
  • Neuropatia diabética (perda de sensibilidade nos pés)
  • Doença arterial periférica (má circulação)
  • Calçados inadequados ou apertados
  • Falta de inspeção diária dos pés

Técnicas utilizadas

  • Avaliação vascular e de neuropatia
  • Curativo específico por estadiamento
  • Descarga de pressão da região afetada
  • Orientação e educação do paciente

Como é feito o tratamento

  1. 1Avaliação da circulação, da sensibilidade e do estágio da ferida
  2. 2Limpeza, desbridamento e classificação da lesão conforme protocolo de estadiamento
  3. 3Escolha do curativo adequado para controlar exsudato, infecção e umidade
  4. 4Orientação sobre descarga de pressão (palmilhas, calçados ou repouso da área)
  5. 5Acompanhamento frequente para monitorar a evolução e prevenir novas feridas
Perguntas frequentes

Dúvidas sobre pé diabético

Toda ferida no pé de quem tem diabetes vira amputação?

Não. A grande maioria das feridas no pé diabético cicatriza com tratamento adequado e iniciado a tempo. O risco de amputação aumenta quando a ferida é negligenciada, infecciona ou quando a circulação está muito comprometida.

Por que a ferida no pé diabético não dói?

A neuropatia diabética reduz ou elimina a sensibilidade nos pés, fazendo com que o paciente não sinta dor mesmo com feridas profundas. Por isso, a inspeção visual diária dos pés é tão importante quanto o controle do diabetes.

O que é descarga de pressão e por que ela importa?

É a técnica de retirar o peso e o atrito da área onde está a ferida, usando palmilhas especiais, calçados adaptados ou até repouso. Sem a descarga de pressão, a ferida tende a não cicatrizar mesmo com o melhor curativo.

Com que frequência o curativo precisa ser trocado?

Depende do estágio e do nível de exsudato da ferida, podendo variar de diariamente a poucas vezes por semana. A equipe define a frequência ideal após a avaliação inicial e ajusta conforme a evolução.

A Curare faz atendimento domiciliar para pé diabético?

Sim. Para pacientes com mobilidade reduzida, a equipe realiza a avaliação e os curativos na residência, em Mooca e região, mantendo o mesmo padrão técnico da clínica.

Pronto para iniciar o tratamento?

Agende uma avaliação gratuita e descubra o protocolo ideal para o seu caso, na clínica em Mooca ou em atendimento domiciliar.

Falar com especialista
Newsletter

Receba conteúdo sobre cuidado de feridas

Dicas de cicatrização, novidades da clínica e orientações de quem cuida de feridas todos os dias. Sem spam.